Fátima e seus mistérios .. Entrevista com testemunha e fotos originais do acontecido...
São Lucas, 1:
46. E Maria disse: Minha alma glorifica ao Senhor,
47. meu espírito exulta de alegria em Deus, meu Salvador,
48. porque olhou para sua pobre serva. Por isto, desde agora, me proclamarão bem-aventurada todas as gerações...
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History Channel - Nossa Senhora de Fátima - Fatos extraordinários.
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O grandioso sim de Maria.
Meditando sobre o Dogma da Imaculada Conceição, fiquei com uma dúvida e gostaria de contar com sua ajuda para esclarecê-la: 1) Sempre acreditei que devemos ter adoração pela Ssma. Trindade e veneração pelos santos, pedindo sua intercessão junto a Deus e tendo sua vida como exemplo. 2) Sempre acreditei, também, que não existiria nenhuma hierarquia entre Nossa Senhora e os demais santos, pois todos foram pessoas humanas que colocaram voluntariamente suas vidas a serviço de Deus. 3) Mas, se Nossa Senhora nasceu pré-destinada a ser a Mãe de Deus e portanto imaculada, sem o pecado original, a sua adesão ao Plano de Salvação de Deus já não seria um fato consumado? Ela poderia dizer “não”, e outra virgem de Israel, da casa de Davi, ser escolhida em seu lugar, para cumprir as Escrituras?
(José Ailton Pereira Prince – Macaé/RJ.)
Dos três tópicos que você colocou, parece que apenas o último exprime sua dúvida, mas acho importante comentar algo sobre os outros também.
Sim, o culto que prestamos a Nossa Senhora e aos Santos é diferente do culto prestado a Deus. Somente a Deus adoramos como nosso Senhor, Criador e Salvador, única fonte de todo Bem e toda Graça. Os santos são venerados e invocados na medida em que isso favorece nossa comunhão com Deus e com toda a Igreja, cuja união é desejo de Deus (Jo 17, 21-23). Diz a Lumen Gentium, citada no Catecismo da Igreja Católica: “Veneramos a memória dos habitantes do céu não somente a título de exemplo; fazemo-lo ainda mais para corroborar a união de toda a Igreja no Espírito, pelo exercício da caridade fraterna. Pois assim como a comunhão entre os cristãos da terra nos aproxima de Cristo, da mesma forma o consórcio com os santos nos une a Cristo, do qual como de sua fonte e cabeça promana toda a graça e a vida do próprio Povo de Deus.” (nº 957)
O Catecismo cita também São Policarpo, mártir do primeiro século: “Nós adoramos Cristo qual Filho de Deus. Quanto aos mártires, os amamos quais discípulos e imitadores do Senhor e, o que é justo, por causa de sua incomparável devoção pelo seu Rei e Mestre. Possamos também nós ser companheiros e condiscípulos seus.”
São Policarpo de Esmirna foi discípulo direto dos apóstolos, e essa citação é um exemplo, entre outros, de que o culto aos santos já existia na Igreja primitiva. Não é uma “inovação” do Catolicismo Romano, como insinuam os protestantes. Ao contrário, foram estes que inovaram ao suprimir todas essas coisas.
Não é tanto para você que digo isto, mas para aproveitar a oportunidade de dar resposta a outros questionamentos que tenho recebido, sobre as acusações que os protestantes nos fazem. Aliás, também a Bíblia recomenda o culto à memória dos santos, como por exemplo em Hebreus 13, 7 e Colossenses 1, 12.
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